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Carlos Zavadinack

Empresas que investem no Marketing Digital são reféns em guerra ideológica

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Fake news são notícias falsas ou mal fundamentadas e têm intenção de enganar o leitor, tendo influência direta em opiniões difundidas através das redes sociais, blogs e comprometendo a seriedade do debate público. Um padrão comum nesses sites que divulgam esse tipo notícia é a presença de anúncios publicitários no formato de display, que trazem rentabilidade a esses sites quando os anúncios obtêm visualizações ou cliques. Várias iniciativas surgiram nos últimos anos no combate às fake news, e a mais recente é o movimento Sleeping Giants Brasil, que propõe a exposição dos anunciantes que aparecem automaticamente em sites com notícias falsas e/ou com discurso de ódio. A iniciativa gerou uma espécie de contra-ataque, o nascimento de um movimento chamado Gigantes não dormem, que está incitando as empresas que retiraram os anúncios a retornar com a publicidade, sob risco de boicote. E diante desse cenário belicoso, propõe-se aqui a cooperação de responsabilidade entre público e anunciantes no “combate” a sites que divulgam fake news. 

A pretensão aqui é tratar sobre o funcionamento das plataformas de anúncio em sites de notícia e também como os usuários podem lidar com o problema da veracidade do conteúdo, ativando as plataformas de mídia paga. Mostrando que há outras alternativas do que colocar as empresas nas trincheiras de uma guerra no intuito de prejudicar os sites de notícias que se multiplicam como as moscas da música de Raul Seixas

 

O que são Fake News?

Vamos delimitar o conceito de fake news utilizando como referência o artigo Fake News Detection on Social Media: A Data Mining Perspective onde se estabelece como fake news quando um artigo publicado atenda a dois requisitos:    

  • informação falsa que possa ser provada como tal; 
  • intenção desonesta de enganar o leitor. 

O canal de YouTube Gutec trata sobre o mesmo artigo no vídeo a respeito de fake news em tempos de covid-19

É comum que as fake news busquem atacar moralmente pessoas públicas, de certa notoriedade, com o propósito de desmitificar certo personagem ou desestabilizar a base política de pessoas que ocupam cargos eletivos ou têm possibilidade de ocupar. Durante a pandemia do coronavírus, em 2020, a presença de notícias falsas sobre a doença e sobre tratamentos levou o próprio Ministério da Saúde a criar um ambiente digital para desmentir esse tipo de informação.

 

A abordagem do movimento Sleeping Giants 

O movimento Sleeping Giants começou nos EUA e teve seu início agora no Brasil com a bandeira de ser uma “luta coletiva de cidadãos contra o financiamento do discurso de ódio e das Fake News!”, conforme consta no perfil oficial de twitter. O alvo principal inicial é o site jornal da cidade online, um site que demonstra claramente em seu editorial o apoio ao presidente Jair Messias Bolsonaro. E está bem claro que o Sleeping Giants vai expor as marcas que anunciam em sites classificados pelo próprio movimento como sites de discurso de ódio e fake news. É uma responsabilização direta dos anunciantes e que tem obtido resultados, através da conta do twitter do movimento, com o processo de exposição da marca anunciante e as respostas das mesmas que adicionam os sites ao seu blocklist das plataformas que são compartilhadas pelo perfil. Porém, é evidente que sempre existirão anunciantes no Jornal da Cidade Online e outros sites parecidos. O Sleeping Giants Brasil tenta minar a fonte de renda desses sites.

Na entrevista ao canal de tecnologia da UOL, o Tilt, concedida pelo Sleeping Giants Brasil através de DM no twitter, é afirmado que há uma lista de sites que difundem notícias falsas e com discurso de ódio. Conforme consta na entrevista, é uma forma de atingir a fonte de renda de um site específico que possa ter hipoteticamente sido responsável pelos resultados das eleições de 2018. Não se tem uma normativa do movimento sobre o que de fato é uma notícia falsa e quais os discursos de ódio serão combatidos. Na entrevista concedida à Época na coluna de Guilherme Amado, o líder do movimento considera possível que sites de esquerda também sejam alvo de investigações. 

 

 

A reação do movimento Gigantes não dormem

Como forma de reação ao Sleeping Giants Brasil surge o Gigantes não dormem, que se estabelecem como uma frente de “Defesa aos conservadores”, convocando os seguidores a boicotar quem boicotar sites de conteúdo conservador. Ou seja, declara-se uma guerra ideológica onde os anunciantes são utilizados como reféns. Basicamente, o movimento Gigantes não dormem se posiciona a incentivar o boicote às empresas que retiram abertamente seus anúncios dos sites simpáticos ao conservadorismo, sob alegação de preconceito ideológico, como pode ser visto nos seus tweets. 

Seja qual for o espectro ideológico do anunciante, ele acaba entrincheirado numa batalha que, pelo menos a princípio, não escolheu lutar, podendo ver o seu lucro tombar e ser sepultado sem direito aos pomposos funerais dos heróis de guerra.

 

Como aparecem os anúncios nos sites de notícia? 

Para uma empresa anunciar em um site jornalístico existem, basicamente, duas alternativas:

  • negociar diretamente com o veículo OU 
  • através de uma ferramenta de compra de mídia que automatiza os anúncios nesses sites. 

No primeiro caso, o anúncio pode ter diversos formatos e até entrar em alguma matéria da linha editorial do jornal. Como feito desde o início do surgimento do meio de comunicação social mais antigo do mundo: o jornal. 

O método mais utilizado nos casos específicos de sites médios e pequenos está na segunda opção. São diversas plataformas de mídia utilizadas para a veiculação de várias formas nos sites que utilizam esse tipo de monetização. O Google Ads é o mais popular e com maior share de mercado. O Facebook Ads também é comum. O Teads é um grande nome também e faz anúncios de vídeo em grandes portais e sites. O Taboola é uma plataforma presente em diversos sites e se caracteriza por aqueles anúncios que parecem notícia. A maior parte dos anúncios são feitos direcionados a um público segmentado e uma parte considerável para público de remarketing. Ou seja, as empresas não miram nos veículos mas sim nas pessoas.

E o que pode ser eficiente no combate às fake news?

Então, temos primeiro um movimento que não apresenta declaradamente um fim ideológico para minar as fontes financeiras de sites com fake news e de discurso de ódio, o Sleeping Giants Brasil; temos também um movimento de reação claramente fundamentado em um ideal conservador e tomando para si, ainda meio que sem querer, o rótulo de extrema direita. No meio disso há um refém sendo utilizado por ambos os lados: as empresas que investem em Marketing Digital. O Sleeping Giants Brasil chantageia as marcas caso elas não incluam os sites apontados no movimento na lista de sites bloqueados para veiculação. E o Gigantes não dormem ameaçando boicotar as empresas que fizerem o que foi pedido pelo Sleeping Giants Brasil.

Diante do que foi contextualizado, levantam-se três questões.

1 – O movimento Sleeping Giants Brasil pode vencer uma batalha na guerra contra as fake news e os sites de disseminação de ódio? 

2 – Não é mais eficiente elencar junto às plataformas de mídia métodos de avaliação de sites com fake news?  

3 – O leitor do site não pode ter a possibilidade de denunciar fake news em uma plataforma segura e independente? 

Para auxiliar no início de algumas respostas, podemos contar com a colaboração de Jürgen Habermas, filósofo da Escola de Frankfurt. O autor mostra em seu livro “A mudança estrutural da esfera pública”, entre outras coisas, que o capital tem influência direta nas linhas editoriais da imprensa, mantendo, então, os valores burgueses através do alcance massivo do jornal impresso. E agora vivemos uma nova estrutura de monetização da imprensa, em um mercado mais democrático, com a presença de veículos com linhas editoriais independentes da influência direta dos anunciantes. O foco de qualquer empresa é o lucro e, através dos anúncios de display, a empresa busca as personas a que deseja e necessita atingir. Então, temos uma nova realidade que rompe com o protagonismo do capital na opinião pública. 

Existem muito mais sites de notícias falsas do que plataformas de mídia on-line. Parece mais eficiente, considerando os esforços, que os indivíduos ao identificarem as fake news possam denunciar as mesmas para as empresas de venda de mídia através de uma plataforma independente. Percebem-se estudos de ciência da computação, como consta no artigo citado anteriormente, que caminham nesse combate e podem começar a identificar, através da inteligência artificial, os sites que criam notícias falsas com o intuito de enganar e gerando retornos financeiros (e possivelmente político) em cima de conteúdo falso. 

Enfim, não se pode prever qual o próximo site que vai tratar com notícias enganosas, com discurso de ódio e destruindo reputações. Criar um site com notícias e legitimamente fácil e democraticamente barato. Então, deve-se calcar a batalha junto às empresas que possibilitam os anúncios nesses sites e contar com as denúncias de usuários e especialistas, além de avanços tecnológicos, que podem colaborar nesse combate contra o uso das fake news.

Edição e revisão por André Penteado

Esse é um texto opinativo e analítico, qualquer contestação ou sugestão entre em contato com o autor: Carlos André Zavadinack

Tendências e oportunidades nas lives musicais para o artista independente

By | dicas marketing digital

Lives musicais já existem faz um tempo, porém no período de isolamento social devido à covid-19 vimos a quantidade de transmissões explodir. Marília Mendonça atingiu o pico de 3,2 milhões de pessoas assistindo ao mesmo tempo. Os artistas mais populares do mundo nas lives do YouTube são brasileiros. O Gusttavo Lima  conseguiu superar a Beyoncé que obteve 458 mil acessos simultâneos.  As marcas patrocinaram diretamente as transmissões conquistando ainda mais visualizações com as reproduções posteriores à live. A live do Bruno & Marrone, tem até o momento mais  de 28 milhões de views.

Patrocínio da Brahma durante a live de Bruno e Marrone.

É perceptível nas parcerias de marcas e artistas duas oportunidades estratégicas de marketing:  

_alcance,  uma métrica mensurável através das lives e que atraem os investidores

_branding, atrelar a marca a figura de um artista é uma forma de personalizá-la e também uma oportunidade de gerar ainda mais envolvimento do público e, por consequência, mais vendas. 

Ambas funcionam diretamente para grandes e pequenos artistas, porém de acordo com o número de pessoas alcançadas pelo artista podem variar as tendências e possibilidades de monetização das lives. Artista independentes também têm feito esforços porém em sua imensa maioria não tem conseguido rentabiliza muito.

É perceptível que uma grande parte dos artistas pequenos pedem um favor ao público. Porém, é necessário que ele perceba mecanismos de atribuir valor à sua marca como banda ou músico na negociação com parceiros e fãs.

Listei algumas tendências e oportunidades para artistas independentes para utilizarem as lives musicais como fim ou como meio de se rentabilizar. Isso mesmo, dinheiro no bolso.

 

_Utilizar o impacto e o alcance das lives como meio para conquistar mais fãs 

O raciocínio é simples: quanto mais pessoas entram em contato com seu conteúdo, maior é o número de pessoas que podem te seguir e virar um público seguidor e consumidor da sua marca, você sendo artista ou não. As lives têm grande impacto para o seu público fiel e eles têm amigos que podem também consumir do que você oferece, peça para compartilhar durante a live. Além de que as suas lives agora podem ficar para sempre na internet gerando novos fãs. Atribuir valor na marca do músico ou banda podendo gerar renda com a venda de merchans e também no que oferecer no financiamento coletivo, por exemplo. 

 

_Os artistas terão que mensurar os dados e perceber a segmentação do público

Há público para tudo que é tipo de produto. Algumas empresas de pequeno porte podem se interessar por atingir um público que coincide de alguma forma com o público da marca. Com artistas de mais de 100k já se pode pensar em parcerias com empresas que vejam a oportunidade de atingir um público específico com uma proposta de valor. Ou campanhas locais de artistas locais em parceria com marcas locais. 

Para isso, é importante o artista ter um projeto bem claro de mídia constando as KPIs que podem ser de interesse do empresário: 

– número de visualizações (simultâneas e posteriores)

– custo por mil visualizações (CPM); 

– cliques no link do patrocinador. 

– custo por clique (CPC) no link do patrocinador. 

 

_Lançamentos através de lives e a importância da união entre os artistas

Alguma empresas podem estar em busca de uma estratégia de lançamento de seu produto ou marca. Empresas pequenas e médias estão em busca de lançar sua novidade com um grande impacto e, ao mesmo tempo, conhecer o seu público. Os artistas podem aproveitar o alcance das lives para fazer seus lançamentos. 

Essa tendência pode se desdobrar. Vários artistas pequenos podem se unir para propor a essas empresas a fazer lives em sequência em um mesmo dia lançando uma nova marca. Inclusive artistas poderão fazer grandes apresentações gerando cliques para compra de merchan e outras formas de patrocínio. 

 

_Os músicos terão que aprender a se comunicar melhor e a se comportar nas transmissões

Para uma parte dos músicos se comunicar é algo mais fácil, mas nem pra todos. Mas se comportar pode soar repressivo, incômodo e revoltante, inclusive pra mim que também sou músico. Os patrocinadores não poderão arcar com comportamentos inapropriados com a identidade conceitual da marca ali exposta. O artista tem que entender que ele está divulgando algo com o que se identifica. 

Quanto vale a marca para uma empresa.

O cantor sertanejo Gusttavo Lima em sua segunda live encheu a cara, onde além da Bohemia (ele não bebeu só cerveja, inclusive), havia patrocínios da Cielo, da Perdigão, do Serasa e das Casas Bahia. Demonstrando muita irresponsabilidade profissional pela falta de respeito ao dinheiro investido pelas marcas. Se você é um artista pequeno que está criando um público e gerenciando de forma ativa a sua marca, ou pelo menos deveria estar preocupado com isso, é fundamental que fique atento ao que você vai fazer entre uma cerveja e outra. Tome cuidado, comporte-se no limite da sua arte.  

 

_O artista independente terá que melhorar as estratégias de marketing digital

O artista independente terá que investir em marketing digital muito trabalho, dedicação e o dinheiro que puder. Entender das estratégias, as melhores ferramentas, KPI’s. As redes sociais representam o principal ponto de contato do artista com o público, por isso é necessário estruturá-las de forma estratégica. E como você pode atrair gente para uma nova etapa é fundamental para ter leads com os quais pode conversar diretamente por e-mail, whatsapp além do Facebook e Instagram. Mensurar o sucesso da estratégia terá que ser uma prática diária. Através de alguns cursos você pode ter meios de entender quais os meios utilizar para atingir seus objetivos.

Tem alguma dúvida, sugestão ou correção, entre em contato comigo:

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Home Office com crianças: como faz?

By | Home Office

Você tem uma rotina de Home Office e tem que cuidar dos filhos meio que ao mesmo tempo? Tem jeito? Estou fazendo isso sozinho já tem 4 anos, então um jeito tá rolando. Tenho um filho de 10 anos e já tem 6 anos que priorizo empregos e rotinas profissionais que possibilitem que eu possa cuidar dele. Durante um ano, a metade da semana que ele ficava comigo eu não tinha escritório a não ser minha casa. Tiveram algumas atitudes que eu vi que funcionaram e muitas outras que não deram muito certo para a boa harmonia entre pai e filho. Percebi, através da minha experiência, que é fundamental ter uma rotina disciplinada com a flexibilidade necessária além de diálogo e compreensão. Espero que esse texto te ajude a ter uma convivência harmoniosa com a cria

0 – Quem é o pai que tá escrevendo?

Antes de ler o texto com as minhas sugestões, é legal que você conheça um pouco de mim como pai.

Fotos que ficam na frente da minha escrivaninha há 9 anos, estudo e trabalho muito com essa inspiração.

Sou apaixonado pelo meu filho, meio duro quando necessário (eu acho), sou um cara meio dramático, um tempero de mãe judia e muito de mãe italiana. Sou duro mas com todo o doce de cuidado de ver o filho feliz. Tento dar o melhor como formador de uma pessoa que esteja em paz, missão difícil, acabo exigindo demais dele e isso se expressa através da minha auto exigência (desnecessária talvez). De qualquer forma, desde que eu aprendi com a terapeuta que cuidar do filho é expressar o amor, acabei me dedicando mais a paternidade e, por consequência, sendo mais exigente com ele, assim recebi respeito de um filho que se sente muito mais amado.

Desde os seus 5 anos de idade, estabelecemos uma conexão muito forte, fiz questão de ficar com ele no tempo que eu tivesse disponível. Não sou um pai perfeito, longe disso, você como pai ou mãe sabe do que eu tô falando. Estamos todos aprendendo a conviver com esses novos seres. E eles também aprendendo a conviver com esses seres aqui cheios de experiências. Nem todos os empregos que consegui me possibilitaram trabalhar de casa no período matinal, mas sempre soube aproveitar bem os que me possibilitaram isso.

1 – Rotina e flexibilidade, qual o limite?

Percebi nesses meus tempos de home office que é importante estabelecer uma rotina de trabalho e também uma rotina para o

meu piá. Mas já tentei vários métodos, ele acordava, eu servia um café da manhã, encaminhava ele para tarefa de casa e ficava por perto trabalhando, mandava ele pro banho. A rotina existia, mas era flexível demais, alguns atrasos no colégio, conflitos entre eu e o cara que eu mais amo, não dava muito certo, tanto que eu rendia muito pouco na parte da manhã. Eu o levava para o colégio, voltava pra casa, trabalhava mais um pouco e voltava buscá-lo. Botava ele para dormir e trabalhava até madrugada para compensar esse tempo de idas e vindas. Havia dias que nem ouvia ele acordar de cansaço.

Depois de um tempo larguei mão de trabalhar de manhã e tentava render o máximo possível depois do almoço, ajudou nos atrasos e na correria matinal antes de levar pra aula. Mas perdia meu tempo de qualidade com ele no período noturno.

Com o isolamento social devido a pandemia da Covid-19, a tal quarentena, não haveria mais o horário sem o filho na parte da tarde. Daí eu percebi a necessidade de uma rotina bem estruturada. Criei uma agenda de horários limite para tomar café (para não perder o apetite no almoço), uma hora para leitura matinal, além de ele ter que varrer a casa, arrumar o quarto e organizar a sala. No horário de almoço, enquanto eu preparo a comida, ele toma banho. Na parte da tarde, atividades pedagógicas e depois o tempo livre nosso juntos, o que nem sempre rola, devido a reuniões até 20h, 21h, o horário de encaminhar o piá pra cama.

 

2 – Diálogo e compreensão: conversar faz parte de qualquer relação

Diálogo e compreensão devem andar juntos, pois para esperar o entendimento de outra pessoa em um relacionamento é necessário que você verbalize isso. É o que eu faço desde que eu comecei a trabalhar perto do meu filho, ele demorou muito pouco para entender, preciso ser duro quando necessário para lembrá-lo o nosso trato durante meu período de trabalho. Sempre tentar deixar o mais claro da importância do meu cotidiano profissional e como eu sou feliz por estar vendo ele crescer entre uma planilha e outra. Por isso que faço questão, quando vou ao banheiro, dou um beijo no meu filho, faço uma piada, cócegas.

Claro, trabalho tem estresse, cobrança e pressão, precisei deixar isso bem claro para o meu filho, ele não precisa entender os motivos que me deixam estressado. Mas compartilho de forma superficial meus problemas e minhas conquistas, pra ele sentir a importância que o trabalho tem pra mim também. Ele, aparentemente, compreendeu, e a rotina o ajudou a ter as próprias ocupações e não demandar minha atenção total no momento do meu trabalho.

3 – Sim, é possível um home office com crianças de forma harmoniosa, todo o dia talvez não, quem nunca né!?

Sim, é possível ter uma rotina boa e saudável trabalhando perto das crianças. O meu piá disse que adora. Acima de 5 anos pode ser mais fácil de conversar, claro. Bebês já precisam de uma rotina um pouco mais rigorosa, mas depende do arranjo familiar. E claro, depende de como você estabelece as rotinas dentro de casa, como lida com os seus filhos. Cada um tem seu jeitinho. Aí que tá o ponto da flexibilidade.

Os dias com rotina aliados ao diálogo vão criando uma convivência harmoniosa, claro, no limite do possível, pode acontecer uma briga ou outra. Não se cobre, não cobre muito, viva um dia atrás do outro.

Ah! E aqui acontece, no meio daquela call com o cliente, um chamado: “pai, vem qui”. Pode acontecer aí também.

NOTA: E editando esse texto, colocando as fotos, os olhos se encheram de lágrima, o que me fez pensar se não deveria ter trabalhado menos. Creio que não, mas como cresceu rápido, caramba, muito rápido! Te amo, meu filho, vale muito à pena dar o meu melhor por você.

 

Cursos on-line de marketing digital: por onde começar?

By | Cursos de Marketing Digital, Cursos Gerais

Quais os cursos on-line Marketing Digital para começar? Pergunta existente entre micro empresários, profissionais de marketing, estudantes da área de comunicação e marketing, entre outros. Vou recomendar algumas linhas de cursos que você pode começar os seus estudos. Vou sugerir uma ordem que acredito que possa funciona para você já ir estudando e colhendo resultados de seus estudos. Há muito conteúdo e “dogmas” dentro dessa minha querida área dentro do Marketing, porém vou estipular uma ordem que pode ajudar a qualquer pessoa que queira se sentir preparado para o marketing digital.

Basicamente, para que tenha bons resultados na sua evolução dentro do Marketing Digital você deve desenvolver durante os seus estudos as seguintes skills:

– Visão estratégica
– Visão analítica
– Facilidade (e vontade) de aprender novos softwares
– Redação

Essas skills você desenvolve de forma paralela às áreas de cursos que irei sugerir aqui: estratégia, conteúdo, redes sociais, mídia paga e marketing de relacionamento. Vai lendo que esse texto foi feito para te ajudar em uma mudança importante na tua vida.

0 – Escolhendo o curso

Para escolher seu curso de Marketing Digital coloque a mão no bolso e conte quanto você tem de dinheiro para investir. Uma plataforma barata é a Udemy, onde boa parte dos cursos contam com acompanhamento dos instrutores e instrutoras, você pode contar com eles para tirar dúvidas, receber materiais atualizados e muito mais. Há escolas bem qualificadas como a Rock Content com cursos gratuitos e cursos pagos com um preços mais altos praticados. Ambas as escolhas são de ótimo custo benefício. O que vale é quanto pode investir financeiramente.

1 – Comece entendendo a estratégia: Inbound Marketing

Inbound Marketing é uma estrutura de pensamento estratégico que busca atrair um público e transformá-los em clientes. Essa estratégia se desenha em um formato de funil, onde no topo você pensa em como atrair os públicos e no fundo é o estágio onde eles viram clientes. Planos bem sucedidos de Marketing Digital utilizam ou utilizaram de uma estratégia de Inbound. Então, desenvolver a sua visão estratégica entrando em contato com cursos desse tipo de raciocínio é uma boa alternativa para entrar desse amplo universo do Marketing através das ferramentas on-line. Basicamente são cinco fases:
– Atrair
– Converter
– Relacionar
– Vender
– Analisar

 

O que é inbound marketing? | HubSpot

fonte: https://br.hubspot.com/inbound-marketing

 

Comece com um curso gratuito da Rock Content com certificado e também com um Curso gratuito da Udemy.

O certificado da Rock Content pode ser fundamental para quando você quer entrar no mercado e também já se alinhar com a linguagem do mercado de Marketing Digital. Porém, unindo ambas você pode ampliar sua compreensão.

Ou

Você pode tirar um certificado gratuito com a HubSpot Academy, um dos nomes percursores desse conceito.
Não aconselho cursos on-line de Marketing genéricos. Percebo que a estratégia existente nos cursos de Inbound  te orientará nas decisões.

2 – SEO e Conteúdo

SEO é a engenharia de otimização do ranqueamento de seu site dentro dos mecanismos de busca. Isso mesmo, ficar lá em cima nas buscas do Google de forma orgânica.

Um curso pago que eu recomendo é do Ricardo Zacho, com uma linguagem simples, ótimas ferramentas e um atendimento excelente ao aluno. Já faça um site para experimentar e desenvolva bem sua capacidade de escrita. É nessa fase de estudo que você vai desenvolver a sua visão estratégia com sua capacidade de redação e com uma certa visão analítica. Mas sempre se atualize, SEO é uma área que muda a todo momento, então é bom ficar de olho.

E acerte a mão ao no curso de conteúdo gratuito da Rock Content, um excelente curso para quem quer entender sobre a produção para conteúdo na web. Com conceitos de redação editorial para utilizar em estratégias de marketing digital.

3 – Gestão de Mídias Sociais

Tire um tempo para se dedicar de forma séria e com muita atenção a um curso para gestão de mídias sociais. As redes sociais serão o seu canal de contato com novos clientes e ambiente para interação direta com eles. Aprenda as ferramentas que possam te ajudar a manter suas redes sociais sempre ativas e relevantes. Comece com o curso gratuito da Rock Content. Mas não deixe de cogitar outros cursos da área, como para planejamento das redes da Udemy. 

(Não posso de deixar de compartilhar o que eu penso sobre como crescer as redes sociais. Faça os cursos e depois volte aqui para compartilhar a sua opinião.)

4 – Facebook Ads, Google Ads e o que puder aprender de mídia paga

Facebook Ads é o nome atribuído à ferramenta de anúncios patrocinados para Facebook e Instagram. Demanda visão estratégica, analítica e facilidade de aprender um novo software. Além de cursos na área, você deve se atualizar com a documentação do Facebook Business. Fique de olho, pois as regras do jogo mudam a toda hora. Recomendo um curso básico para compreensão de KPIs (Indicadores-chave de sucesso), configuração de públicos e se sentir à vontade na área de Mídia.
O grande profissional de mídia Rodrigo Goedicke tem um curso completo para quem quer começar no Facebook Ads e Instagram Ads e com um preço ótimo. Porém recomendo fazer outros cursos e ler muito a documentação do Facebook Business.

Google As é a plataforma para quem quer aparecer com anúncios patrocinados nas pesquisas do Google, no YouTube e com displays. Tirar o certificado pode ser um bom caminho, o Google oferece boas aulas gratuitas no YouTube e também há bons nomes para seguir nessa área. Lembrando que o Google ads demanda muito as skills mencionadas no começo do texto. Porém, é necessário atentar-se aos detalhes da ferramenta para tirar o melhor proveito e vai se preparando para tirar os seus certificados.

5 – Marketing de relacionamento

Você já conseguiu atrair teu cliente, agora é preciso se relacionar com ele, o Marketing de relacionamento é a área que tem a preocupação de manter o seu cliente, possibilitando mais vendas para hoje, amanhã ou daqui sei lá quanto tempo. É importante se manter relevante, disponível e sempre de forma pessoal. Aqui você pode entrar em contato através de cursos mais conceituais como do Nuno Pereira e também com aspectos mais técnicos como de e-mail marketing.

🙂

Qualquer dúvida nas escolhas dos cursos, durante o aprendizado ou qualquer outra angústia com relação ao Marketing Digital, entre em contato comigo:

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3 peças essenciais no crescimento das redes sociais

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O uso inteligente das estratégias de conteúdo é fundamental para o sucesso de vendas de boa parte dos modelos de negócios atuais. O crescimento das redes sociais é diretamente proporcional ao crescimento das vendas, veja aqui. Percebo que existem três alicerces que quando usados de forma inteligente e disciplinada possibilitam vendas. As práticas aqui apresentadas podem ser utilizadas você tendo ou não uma estratégia de Marketing bem definida. Pois as redes sociais também pode ser utilizadas como termômetro de público, é um dos principais pontos de contato para você entender as dores do seu cliente.

Eu como profissional confesso que já não confiei muito em algumas dicas que estou dando aqui, mas diante dos dados, da minha experiência e observação percebi a importância das três peças essenciais no crescimento das redes sociais, vai lendo:

1 – Consistência:

Você tem que manter a pegada de postar todos os dias ao menos uma vez por dia nas suas redes sociais. Pra fazer isso, vão aí algumas ideias:

  • Pegue um dia da semana para criar conteúdo para sete dias.
  • Organize seu calendário editorial e determine os horários de postagem de acordo com as melhores respostas, programe vários horários e vá acompanhando quais funcionam melhor para a performance de seus posts.
  • Equilibre entre conteúdo não-promocional e promocional, não fique só postando seus produtos e chamando a pessoa para comprar o tempo inteiro. Mas seja coerente, cuide da sua marca, lembre-se do branding.
  • Incentive os comentários e compartilhamentos, evite o excesso de sorteios, você vai ganhar seguidores que vão deixar de seguir depois. Se for para fazê-los, pense de acordo com o público que você quer que siga sua página, para ver se nessa peneira saem alguns leads qualificados.

 

2 – Alcance:

Alcançar pessoas novas é fundamental, não dá para depender de curtidas dos seus parentes, amigos e de você mesmo, para isso você vai ter que ter muita criatividade e também colocar a mão no bolso. Acho importante mencionar.

  • Faça campanhas patrocinadas no Facebook e Instagram alcançando um público que você acredita que pode se alinhar com o seu negócio, dedique boa parte do seu investimento pra ele, é a forma mais eficaz (leia aqui).
  • Para o público que o segue invista também, mas dedique cerca de 10% a 20% da sua verba de mídia.
  • Quer crescer seu canal de YouTube? Invista em campanhas in-stream que atraiam as pessoas para o seu conteúdo. Vou escrever um texto sobre isso em breve, fique de olho e me cobre.
  • Aqui poderia entrar sorteio sim, mas já mencionei anteriormente.

3 – Relevância:

Seja relevante para o seu público, e se manter relevante é uma das atividades mais difíceis de uma rede social. Mas se você analisar os resultados de seus posts e como o público interage isso pode ficar mais fácil. Veja as dicas:

  • Acompanhe sempre o que seu público pede e o que ele quer. Entenda suas dores, dúvidas, aproveite os stories para perguntar o que ele gostaria de ver, interaja sempre, RESPONDA OS COMENTÁRIOS, não deixe o seu possível cliete no vácuo.
  • Não acredite que quando um tipo de post dá certo você tem que insistir nele, você pode ficar chato e perder a relevância.
  • Ser relevante não é ficar fazendo sorteio e nem ficar tentando ter aquele post viral que vai vingar, desculpa falar disso de novo, mas tenho medo que essa informação não fixe muito bem.

Gostou do texto? Tem alguma observação ou dúvida? Compartilhe, comente, estou à disposição:

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Planilha de Calendário Editorial

By | Material de apoio

Você vai baixar agora uma planilha pra te ajudar na organização da sua rotina da sua marca junto às redes sociais, mas para isso é preciso CONSISTÊNCIA nas redes sociais. Ou seja, postar sempre, frequentemente.

Consistência pode ser a sutil diferença entre uma estratégia que patina e uma estratégia de sucesso.

Se você ´´profissional liberal, micro empresário, comerciante, não importa, você tem que postar nas suas redes sociais todos os dias para não perder o público.
A planilha que você está pronto para obter serve para agilizar a sua rotina, atualize-a periodicamente, deixe ela salva na sua barra de favoritos. Quando tiver uma ideia para suas redes sociais,  você vai lá e adiciona. Terá controle das suas redes e prazos.

Caso tenha dúvida, pode entrar em contato comigo por qualquer um dos meios abaixo

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A planilha é totalmente gratuita, só preencha o formulário abaixo permitindo que novidades do mundo do marketing digital e outros materiais iguais a esse cheguem até você.

Formulário para Planilha de Calendário Editorial